Quem disse que é fácil ser mulher? Ainda mais nos dias de hoje...
Mulher, há alguns bons anos atrás, simplesmente tomava conta da casa e dos filhos. Isso é claro, para os homens era pouca coisa; a parte fácil da divisão de tarefas familiar (é claro que eles nunca desencardiram uma roupa ou esfregaram um chão, mas tudo bem).
FÁCIL? VOCÊS ESTÃO DOIDOS?
Vamos fazer uma pequena análise.
A casa – mantê-la limpa e aconchegante. Isso inclui varrer, passar pano, tirar o pó, deixar tudo no seu devido lugar (tarefa impossível para qualquer pessoa do sexo masculino), aí por diante.
A alimentação – em primeiro lugar escolher e comprar os alimentos. Depois, é claro, prepará-los. Coisa que não se nasce sabendo e nem aprende do dia para a noite; sem levar em consideração ter uma boa “mão” para acertar o tempero.
O marido (irmão, pai, patrão...) – esse é o mais complicado, diga-se de passagem. Cuidar das roupas – recolher as que estão sujas (outra tarefa impossível para os homens), lavar, passar, guardar e, muitas vezes, prepará-las para que “eles” as encontrem (em cima da cama, por exemplo, quando saem do banho). A comida quentinha, na hora certa e com aquele “tempero” ao seu gosto. E isso é só o começo... Respeitar as horas de folga, ou seja, quando não estão nos seus cansativos trabalhos. Esta tarefa inclui: buscar chinelos confortáveis, uma cervejinha (um cafezinho), aguentar o som da televisão a todo volume (neste momento qualquer palavra pode desencadear uma discussão). Não podemos esquecer dos momentos de lazer: futebol com os amigos, amigos reunidos para futebol na televisão (coisas muito variadas e criativas). Achou pouco? Ainda tem mais! Aquela triste necessidade fisiológica: sexo. Eles acreditam que fomos programadas para trabalhar e servi-los o dia inteiro e ainda ter um enorme apetite sexual a noite... Vou parar por aqui, afinal de contas ainda faltam os filhos.
Os filhos (enteados – se houverem) – a mesma função de roupas, alimentação... E mais: educá-los (porque o pai, os homens em geral, acham uma gracinha a criança falando palavrão, arrotando alto, essas coisas), levá-los à escola (incluindo o acompanhamento: reunião de pais, boletins, advertências...), prepará-los para a vida em geral.
A mulher, digo, a “super mulher”, não sentia-se realizada cuidando só da casa. Então decidiu encarar o trabalhado “pesado” dos homem – hahaha essa é boa! Mas a situação não se inverteu: HOMEM = CASA; MULHER = TRABALHO PESADO. A mulh, ops, a “super mulher”, além de dar conta da sua nova tarefa, ainda continua tomando conta da casa, do marido, dos filhos...
Ainda somos o sexo frágil?
É fácil caracterizar dessa forma quando não sabemos expressar nossos sentimos.
Beijos.
E até a próxima.
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