Tenho horror a mulher perfeitinha. Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, tá sempre na moda e é tão sorridente que parece garota-propaganda de processo de clareamento dentário? E, só pra piorar, tem a bunda dura!!!
Pois então, mulheres assim são um porre. Pior: são brochantes.
Sou louco? Então tá, mas posso provar a minha tese. Quer ver?
a) Escova toda manhã: A fulana acorda as seis da matina pra deixar o cabelo parecido com o da Patrícia de Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de rolamento na cama, encoxamento do namorado, pegação, pra encaixar-se no padrão 'Alisabel', que é legal... Burra.
b) Na moda: Estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês. Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso? JAMAIS! O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar desarrumada nem enquanto estiver transando.
c) Sorriso incessante: Ela mora na vila dos Smurfs? Tá fazendo treinamento pra Hebe? Sou antipático com orgulho, só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe.
Aliás, ela nem sabe o que a palavra significa... Coitada.
d) Bunda dura: As muito gostosas são muito chatas. Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico (isso quando não enfiam o dedo na garganta pra se livrar das 2 calorias que ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão. Bebida dá barriga e ela tem H-O-R-R-O-R a qualquer carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada de tomar um bom vinho com você. Cerveja? Esquece!
Legal mesmo é mulher de verdade !!!!
E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa....
Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira. Pode até ser meio mal educada as vezes, mas adora sexo.
Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes, nem chegam a ser um problema).
Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
SÓ UMA MULHER SABE O QUE É:
passar a vida inteira lutando contra o seu cabelo;
comprar uma blusa que não combina com nada, mas que pelo preço estava irresistível;
ter uma bolsa que parece a nécessaire da avó do 007, de tantas coisas acumuladas e incríveis que têm dentro dela;
falar de intimidades que os homens sequer imaginam;
ser tratada como uma idiota pelos mecânicos e, ainda por cima, ser obrigada a escutar a célebre frase: “mulher no volante, perigo constante!”;
fingir naturalidade durante um exame ginecológico;
o poder de jeans e uma blusa de lycra;
ter crises conjugais, crises existenciais, crises de identidade, crises de nervos (...);
comer uma caixa inteira de bombons porque brigou com o noivo e depois se sentir destruída porque saiu da dieta;
depilar as pernas toda a semana;
rasgar uma meia na entrada de uma festa;
sentir-se pronta conquistar o mundo quando está usando um batom novo;
sentir-se realmente infeliz por não ter nem uma roupa linda para sair... (embora tenha um armário repleto);
descobrir que sua relação e o mundo acabou... E depois ver que não era nada, só TPM;
brigar... Só para depois fazer as pazes;
ficar esperando o marido enquanto ele joga futebol;
o milagroso poder curativo de um beijo, um gesto e uma palavra doce;
chorar, extasiada de felicidade;
rir, tomada pelo ódio.
Enfim.
Só uma mulher sabe o que é...
SER MULHER!!!
Até a próxima!
comprar uma blusa que não combina com nada, mas que pelo preço estava irresistível;
ter uma bolsa que parece a nécessaire da avó do 007, de tantas coisas acumuladas e incríveis que têm dentro dela;
falar de intimidades que os homens sequer imaginam;
ser tratada como uma idiota pelos mecânicos e, ainda por cima, ser obrigada a escutar a célebre frase: “mulher no volante, perigo constante!”;
fingir naturalidade durante um exame ginecológico;
o poder de jeans e uma blusa de lycra;
ter crises conjugais, crises existenciais, crises de identidade, crises de nervos (...);
comer uma caixa inteira de bombons porque brigou com o noivo e depois se sentir destruída porque saiu da dieta;
depilar as pernas toda a semana;
rasgar uma meia na entrada de uma festa;
sentir-se pronta conquistar o mundo quando está usando um batom novo;
sentir-se realmente infeliz por não ter nem uma roupa linda para sair... (embora tenha um armário repleto);
descobrir que sua relação e o mundo acabou... E depois ver que não era nada, só TPM;
brigar... Só para depois fazer as pazes;
ficar esperando o marido enquanto ele joga futebol;
o milagroso poder curativo de um beijo, um gesto e uma palavra doce;
chorar, extasiada de felicidade;
rir, tomada pelo ódio.
Enfim.
Só uma mulher sabe o que é...
SER MULHER!!!
Até a próxima!
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Carta de um homem para todas as mulheres
Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher.
Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim.
Nossa avaliação é visual.
Isso quer dizer, se tem forma de guitarra... Está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas.
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas... Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo.
As muito magrinhas que desfilam nas passarelas seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays, e odeiam as mulheres, e com elas competem.
Suas modas são retas e sem formas, e agridem o corpo que eles odeiam,porque não podem tê-los.
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura.
A elegância e o bom trato são equivalentes a mil viagras.
A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem.
Usem!
Para andar de cara lavada, basta a nossa.
Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas.
Porque razão as cobrem com calças longas?
Para que as confundam conosco?
Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras, e pronto.
Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão, e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulímica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.
Entendam de uma vez!
Trate de agradar a nós, e não a vocês, porque nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher.
Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.
As jovens são lindas... mas as de 30 para cima, são verdadeiros pratos fortes.
Por Karina Mazzocco, Eva Longaria, Angelina Jolie ou Demi Moore, somos capazes de atravessar o Atlântico a nado.
O corpo muda... cresce.
Não podem pensar, sem ficarem psicóticas, que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto, uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento, ou está se auto-destruindo.
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio, e sabem controlar sua natural tendência à culpas.
Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes);
quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se sabota e não sofre);
quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade;
quando tem que comprar algo que goste, compra;
quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza.
São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas não tiveram anos 'em formol', nem em spa... viveram!
O corpo da mulher é a prova de que Deus existe.
É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárea e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!
A beleza é tudo isto.
Tudo junto!
Assinado: UM HOMEM (desconhecido)
Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim.
Nossa avaliação é visual.
Isso quer dizer, se tem forma de guitarra... Está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas.
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas... Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo.
As muito magrinhas que desfilam nas passarelas seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays, e odeiam as mulheres, e com elas competem.
Suas modas são retas e sem formas, e agridem o corpo que eles odeiam,porque não podem tê-los.
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura.
A elegância e o bom trato são equivalentes a mil viagras.
A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem.
Usem!
Para andar de cara lavada, basta a nossa.
Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas.
Porque razão as cobrem com calças longas?
Para que as confundam conosco?
Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras, e pronto.
Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão, e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulímica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.
Entendam de uma vez!
Trate de agradar a nós, e não a vocês, porque nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher.
Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.
As jovens são lindas... mas as de 30 para cima, são verdadeiros pratos fortes.
Por Karina Mazzocco, Eva Longaria, Angelina Jolie ou Demi Moore, somos capazes de atravessar o Atlântico a nado.
O corpo muda... cresce.
Não podem pensar, sem ficarem psicóticas, que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto, uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento, ou está se auto-destruindo.
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio, e sabem controlar sua natural tendência à culpas.
Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes);
quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se sabota e não sofre);
quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade;
quando tem que comprar algo que goste, compra;
quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza.
São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas não tiveram anos 'em formol', nem em spa... viveram!
O corpo da mulher é a prova de que Deus existe.
É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárea e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!
A beleza é tudo isto.
Tudo junto!
Assinado: UM HOMEM (desconhecido)
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Antes de ser mãe
Antes de ser mãe eu fazia e comia os alimentos ainda quentes.
Eu não tinha roupas manchadas. Eu tinha calmas conversas ao telefone.
Antes de ser mãe eu dormia o quanto eu queria e nunca me preocupava com a hora de ir para a cama.
Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.
Antes de ser mãe eu limpava minha casa todo dia.
Eu não tropeçava em brinquedos, nem pensava em canções de ninar.
Antes de ser mãe eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas ou não.
Imunizações e vacinas eram coisas em que eu não pensava.
Antes de ser mãe ninguém vomitou nem fez xixi em mim, nem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas.
Antes de ser mãe eu tinha controle sobre a minha mente, meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos.
... eu dormia a noite toda ...
Antes de ser mãe eu nunca tive que segurar uma criança chorando para que médicos pudessem fazer testes ou aplicar injeções.
Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam.
Eu nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha.
Eu nunca fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.
Antes de ser mãe eu nunca segurei uma criança só por não querer afastar meu corpo do dela.
Eu nunca senti meu coração se despedaçar quando não pude estancar uma dor.
Eu nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina pudesse mudar tanto a minha vida.
Eu nunca imaginei que pudesse amar alguém tanto assim.
Eu não sabia que eu adoraria ser mãe.
Antes de ser mãe eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora do meu próprio corpo.
Eu não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto.
Eu não conhecia esse laço que existe entre a mãe e a sua criança.
Eu não imaginava que algo tão pequenino pudesse fazer-me sentir tão importante.
Antes de ser mãe eu nunca me levantei à noite a cada 10 minutos para me certificar de que tudo estava bem.
Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor, a dor e a satisfação de ser uma mãe.
Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes.
Por tudo e, apesar de tudo, obrigada, Deus, por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo.
Obrigada Deus por permitir-me ser Mãe!
Silvia Schmidt
Tradução de "Before I Was Mother" de Patricia Vaughan
Eu não tinha roupas manchadas. Eu tinha calmas conversas ao telefone.
Antes de ser mãe eu dormia o quanto eu queria e nunca me preocupava com a hora de ir para a cama.
Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.
Antes de ser mãe eu limpava minha casa todo dia.
Eu não tropeçava em brinquedos, nem pensava em canções de ninar.
Antes de ser mãe eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas ou não.
Imunizações e vacinas eram coisas em que eu não pensava.
Antes de ser mãe ninguém vomitou nem fez xixi em mim, nem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas.
Antes de ser mãe eu tinha controle sobre a minha mente, meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos.
... eu dormia a noite toda ...
Antes de ser mãe eu nunca tive que segurar uma criança chorando para que médicos pudessem fazer testes ou aplicar injeções.
Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam.
Eu nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha.
Eu nunca fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.
Antes de ser mãe eu nunca segurei uma criança só por não querer afastar meu corpo do dela.
Eu nunca senti meu coração se despedaçar quando não pude estancar uma dor.
Eu nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina pudesse mudar tanto a minha vida.
Eu nunca imaginei que pudesse amar alguém tanto assim.
Eu não sabia que eu adoraria ser mãe.
Antes de ser mãe eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora do meu próprio corpo.
Eu não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto.
Eu não conhecia esse laço que existe entre a mãe e a sua criança.
Eu não imaginava que algo tão pequenino pudesse fazer-me sentir tão importante.
Antes de ser mãe eu nunca me levantei à noite a cada 10 minutos para me certificar de que tudo estava bem.
Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor, a dor e a satisfação de ser uma mãe.
Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes.
Por tudo e, apesar de tudo, obrigada, Deus, por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo.
Obrigada Deus por permitir-me ser Mãe!
Silvia Schmidt
Tradução de "Before I Was Mother" de Patricia Vaughan
Mulher 24h por dia
Quem disse que é fácil ser mulher? Ainda mais nos dias de hoje...
Mulher, há alguns bons anos atrás, simplesmente tomava conta da casa e dos filhos. Isso é claro, para os homens era pouca coisa; a parte fácil da divisão de tarefas familiar (é claro que eles nunca desencardiram uma roupa ou esfregaram um chão, mas tudo bem).
FÁCIL? VOCÊS ESTÃO DOIDOS?
Vamos fazer uma pequena análise.
A casa – mantê-la limpa e aconchegante. Isso inclui varrer, passar pano, tirar o pó, deixar tudo no seu devido lugar (tarefa impossível para qualquer pessoa do sexo masculino), aí por diante.
A alimentação – em primeiro lugar escolher e comprar os alimentos. Depois, é claro, prepará-los. Coisa que não se nasce sabendo e nem aprende do dia para a noite; sem levar em consideração ter uma boa “mão” para acertar o tempero.
O marido (irmão, pai, patrão...) – esse é o mais complicado, diga-se de passagem. Cuidar das roupas – recolher as que estão sujas (outra tarefa impossível para os homens), lavar, passar, guardar e, muitas vezes, prepará-las para que “eles” as encontrem (em cima da cama, por exemplo, quando saem do banho). A comida quentinha, na hora certa e com aquele “tempero” ao seu gosto. E isso é só o começo... Respeitar as horas de folga, ou seja, quando não estão nos seus cansativos trabalhos. Esta tarefa inclui: buscar chinelos confortáveis, uma cervejinha (um cafezinho), aguentar o som da televisão a todo volume (neste momento qualquer palavra pode desencadear uma discussão). Não podemos esquecer dos momentos de lazer: futebol com os amigos, amigos reunidos para futebol na televisão (coisas muito variadas e criativas). Achou pouco? Ainda tem mais! Aquela triste necessidade fisiológica: sexo. Eles acreditam que fomos programadas para trabalhar e servi-los o dia inteiro e ainda ter um enorme apetite sexual a noite... Vou parar por aqui, afinal de contas ainda faltam os filhos.
Os filhos (enteados – se houverem) – a mesma função de roupas, alimentação... E mais: educá-los (porque o pai, os homens em geral, acham uma gracinha a criança falando palavrão, arrotando alto, essas coisas), levá-los à escola (incluindo o acompanhamento: reunião de pais, boletins, advertências...), prepará-los para a vida em geral.
A mulher, digo, a “super mulher”, não sentia-se realizada cuidando só da casa. Então decidiu encarar o trabalhado “pesado” dos homem – hahaha essa é boa! Mas a situação não se inverteu: HOMEM = CASA; MULHER = TRABALHO PESADO. A mulh, ops, a “super mulher”, além de dar conta da sua nova tarefa, ainda continua tomando conta da casa, do marido, dos filhos...
Ainda somos o sexo frágil?
É fácil caracterizar dessa forma quando não sabemos expressar nossos sentimos.
Beijos.
E até a próxima.
Mulher, há alguns bons anos atrás, simplesmente tomava conta da casa e dos filhos. Isso é claro, para os homens era pouca coisa; a parte fácil da divisão de tarefas familiar (é claro que eles nunca desencardiram uma roupa ou esfregaram um chão, mas tudo bem).
FÁCIL? VOCÊS ESTÃO DOIDOS?
Vamos fazer uma pequena análise.
A casa – mantê-la limpa e aconchegante. Isso inclui varrer, passar pano, tirar o pó, deixar tudo no seu devido lugar (tarefa impossível para qualquer pessoa do sexo masculino), aí por diante.
A alimentação – em primeiro lugar escolher e comprar os alimentos. Depois, é claro, prepará-los. Coisa que não se nasce sabendo e nem aprende do dia para a noite; sem levar em consideração ter uma boa “mão” para acertar o tempero.
O marido (irmão, pai, patrão...) – esse é o mais complicado, diga-se de passagem. Cuidar das roupas – recolher as que estão sujas (outra tarefa impossível para os homens), lavar, passar, guardar e, muitas vezes, prepará-las para que “eles” as encontrem (em cima da cama, por exemplo, quando saem do banho). A comida quentinha, na hora certa e com aquele “tempero” ao seu gosto. E isso é só o começo... Respeitar as horas de folga, ou seja, quando não estão nos seus cansativos trabalhos. Esta tarefa inclui: buscar chinelos confortáveis, uma cervejinha (um cafezinho), aguentar o som da televisão a todo volume (neste momento qualquer palavra pode desencadear uma discussão). Não podemos esquecer dos momentos de lazer: futebol com os amigos, amigos reunidos para futebol na televisão (coisas muito variadas e criativas). Achou pouco? Ainda tem mais! Aquela triste necessidade fisiológica: sexo. Eles acreditam que fomos programadas para trabalhar e servi-los o dia inteiro e ainda ter um enorme apetite sexual a noite... Vou parar por aqui, afinal de contas ainda faltam os filhos.
Os filhos (enteados – se houverem) – a mesma função de roupas, alimentação... E mais: educá-los (porque o pai, os homens em geral, acham uma gracinha a criança falando palavrão, arrotando alto, essas coisas), levá-los à escola (incluindo o acompanhamento: reunião de pais, boletins, advertências...), prepará-los para a vida em geral.
A mulher, digo, a “super mulher”, não sentia-se realizada cuidando só da casa. Então decidiu encarar o trabalhado “pesado” dos homem – hahaha essa é boa! Mas a situação não se inverteu: HOMEM = CASA; MULHER = TRABALHO PESADO. A mulh, ops, a “super mulher”, além de dar conta da sua nova tarefa, ainda continua tomando conta da casa, do marido, dos filhos...
Ainda somos o sexo frágil?
É fácil caracterizar dessa forma quando não sabemos expressar nossos sentimos.
Beijos.
E até a próxima.
Olá! Sejam bem-vindas!
Para começar...
Esse blog foi criado, especialmente, para as mulheres. Isso não exclui os homens! Ao contrário, é o lugar perfeito para compreender um pouco do que é esse universo - uma mistura de garra e fragilidade, sempre acompanhado de muito amor!
Nosso objetivo...
Compartilhar nossas experiências, nossas dúvidas, nosso dia a dia.
Esse blog foi criado, especialmente, para as mulheres. Isso não exclui os homens! Ao contrário, é o lugar perfeito para compreender um pouco do que é esse universo - uma mistura de garra e fragilidade, sempre acompanhado de muito amor!
Nosso objetivo...
Compartilhar nossas experiências, nossas dúvidas, nosso dia a dia.
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