passar a vida inteira lutando contra o seu cabelo;
comprar uma blusa que não combina com nada, mas que pelo preço estava irresistível;
ter uma bolsa que parece a nécessaire da avó do 007, de tantas coisas acumuladas e incríveis que têm dentro dela;
falar de intimidades que os homens sequer imaginam;
ser tratada como uma idiota pelos mecânicos e, ainda por cima, ser obrigada a escutar a célebre frase: “mulher no volante, perigo constante!”;
fingir naturalidade durante um exame ginecológico;
o poder de jeans e uma blusa de lycra;
ter crises conjugais, crises existenciais, crises de identidade, crises de nervos (...);
comer uma caixa inteira de bombons porque brigou com o noivo e depois se sentir destruída porque saiu da dieta;
depilar as pernas toda a semana;
rasgar uma meia na entrada de uma festa;
sentir-se pronta conquistar o mundo quando está usando um batom novo;
sentir-se realmente infeliz por não ter nem uma roupa linda para sair... (embora tenha um armário repleto);
descobrir que sua relação e o mundo acabou... E depois ver que não era nada, só TPM;
brigar... Só para depois fazer as pazes;
ficar esperando o marido enquanto ele joga futebol;
o milagroso poder curativo de um beijo, um gesto e uma palavra doce;
chorar, extasiada de felicidade;
rir, tomada pelo ódio.
Enfim.
Só uma mulher sabe o que é...
SER MULHER!!!
Até a próxima!
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